Segunda-feira, 31 de Outubro de 2005

Medidas Corajosas

Chamar-lhes medidas corajosas é como transformar um vilão num benfeitor. Como todos sabemos, em 31 anos de democracia, em termos práticos, apenas PS e PSD tiveram responsabilidades governativas; logo, se o país está de tanga, a responsabilidade é destes caramelos. Tem sido um furtar, digo, fartar vilanagem. É sacar onde podem, depressa porque os mandatos são curtos e é necessário assegurar o futuro, olhar por amigos e família. Agora que o bom ouro do Dr. Salazar se está acabar, é espremer o povo até ao tutano.

Tudo em nome de um futuro melhor. Falta especificar de quem. É preciso dinheiro para continuar a engordar esta cáfila. Alguém conhece um político pobre? No desemprego a receber subsídio? A viver da solidariedade dos amigos ou família? Medidas corajosas?! Medidas corajosas é deportar esta cáfila para o Tarrafal com bilhete só de ida.

publicado por AC às 21:15

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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2005

Tectos para as pensões de reforma

Ouvi no telejornal de uma emissora televisiva, uma sumidade (mais uma) um tal Metelo, economista da nossa praça, defender que; a Segurança Social (SS) não poderá continuar a pagar pensões nas condições actuais e que concorda inteiramente com um tecto das ditas pensões ao nível do vencimento do Presidente da Republica. Ora este discurso não tem nada de novo. Antes pelo contrário, é algo que todos os dias escutamos quer por parte da classe parasita, digo política, quer destes iluminados. Vamos lá ver se nos entendemos. A SS Social não dá nada a ninguém. A SS, devolve parte do capital que todos nós, os que trabalhámos e descontámos, lá fomos investindo, aumentado da respectiva capitalização, confiantes de que seria um bom investimento já que tem a tutela do estado, devolvendo no final da carreira contributiva um montante calculado nos valores acumulados por cada contribuinte. Acresce ainda que este sistema é obrigatório e que o cidadão não pode deixar de fazer estas contribuições, mesmo que nada reclame ou venha a reclamar do estado. Explique-me a tal sumidade, qual o sentido do tecto para as pensões, se o estado recebe integralmente sobre o valor salarial, seja ele 10, ou 10.000. Ou seja, se um indivíduo tem uma pensão de reforma de 20.000 € e esta reflecte a carreira contributiva do mesmo cidadão, porque carga de água não poderá este, receber aquilo que legalmente é seu? Compreenderia o tecto salarial se o estado impusesse igualmente um tecto para os descontos, ou seja, acima do salário de PR, não se recebem contribuições nem se pagam pensões de reforma. Tudo isto acontece porque o estado não liberaliza esta questão. E ela é bem simples. Quem quer descontar para a SS, desconta, quem não quer que seja obrigado, por força de lei, a subscrever planos de segurança pessoais. O que acontece, é que a SS paga pensões a toda a gente, quer tenham sido ou não contribuinte do sistema e assim, não há dinheiro que chegue. A isto, receber o dinheiro dos outros e ficar com ele, chama-se roubo. Banditismo puro.

publicado por AC às 00:25

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A greve da justiça



Dizia hoje o infeliz primeiro-ministro deste desgraçado país que os magistrados não têm razão para fazerem greve. Que estes reclamam privilégios que ele próprio não tem. Vindo dum político profissional, outra coisa não seria de esperar. Isto cai bem no povinho, convencido que os magistrados beneficiam efectivamente de quaisquer privilégios e que nutre um ódio de estimação a estes profissionais, uns porque já foram prestar contas à justiça, outros porque temem que chegue o seu dia.

O que o infeliz não diz é que os magistrados estudam mais de 20 anos para entrarem nesta carreira, que os salários, para quem exerce uma profissão com tanta responsabilidade e trabalho, são baixos, que um juiz não tem horários de trabalho, que há juízes com 6.000 processos distribuídos, que pelo menos nos primeiros anos de carreira são colocados onde calha, por vezes a centenas de quilómetros de casa, que o trabalho nos tribunais é tantos que os estagiários fazem o mesmo trabalho dos juízes do quadro, que a maioria das instalações não têm condições para servirem de latrinas quanto mais de tribunais, que a meio do ano os tribunais já não têm verbas para comprar esferográficas, que os sistemas informáticos são peças de museu, etc., etc..

O que o infeliz não disse, é que os magistrados, como acontece com os políticos quando deixam o governo, não são colocados em altos cargos das empresas publicas, tipo CGD ou BP, ou embaixadores na ONU ou presidentes da EU, etc. Também não disse que os magistrados não se reformam com 6 ou 12 anos de trabalho, como são reformados deputados, colocados no BP ou na CGD e por aí adiante. E isto sim, são privilégios de que os magistrados não usufruem.

Portanto senhores magistrados, força com a vossa greve e que não vos doam as mãos quando tiverem estes patifórios à vossa frente.

publicado por AC às 00:23

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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2005

A Pandemia de Portugal

Extraordinária a capacidade deste governo para distrair o povinho. Em simultâneo com a apresentação de mais um orçamento que como vem sido hábito, contem mais e novas medidas gravosas para os cidadãos, lança-se o alarme sobre uma hipotética epidemia de gripe das aves. Com número previsível de mortos e tudo: 11 a 13 mil vítimas. Para aumentar a angústia do Zé, faz-se saber que não há medicamentos suficientes para tratar a população. Verdadeiros artistas! Originando-se na Ásia, este tipo de gripe contaminou 120 asiáticos dos quais 60 efectivamente faleceram. Conhecendo-se as condições de higiene e a densidade populacional destas regiões, é um número irrelevante. Em Portugal morrem anualmente vítimas da gripe, cerca de 2000 pessoas. Estamos conversados! Mas, para que o povo não se ponha a olhar para o orçamento, não vá o diabo tece-las, lança-se de novo o problema da co-incineração. E logo a seguir a questão do aborto! Aí temos o país a discutir dois assuntos, um óbvio faire divers e outro que logo se vê. O terceiro óbviamente importante mas para adiar! Entretanto o orçamento, o verdadeiro problema a discutir, passa a esquecido. Sem dúvida a pandemia instalou-se lá para para S. Bento e Belém. E não há medicamento que nos cure deste vírus. Vão ver que quando o assunto estiver esgotado e não se tendo verificado qualquer caso em Portugal, ainda vão dizer que tal se deveu à prevenção.

publicado por AC às 20:41

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Reformas

Veio hoje o ministro das finanças dizer que o pagode se reforma cedo e isso faz mal à saúde. Só pode estar a falar da classe política! esses sim, reformam-se cedo, com pensões chorudas e poucos ou nenhuns anos de trabalho.
Queira saber o Sr. Ministro, que eu, com 55 anos de idade tenho mais de 40 anos de contribuições para a segurança social. É que nesses tempos não se andava 25 anos na escola. Começava-se a descontar aos 13 anos e a trabalhar ainda mais cedo. Seguramente que muitos portugueses estarão na mesma situação. E o Sr. Ministro, qual é a sua carreira contributiva? Será como a do seu antecessor que com 6 anos de trabalho no banco de Portugal se reformou daquela instituição com a choruda pensão que todos conhecemos. Ou como e, apenas a título de exemplo, algum destes seus ilustres colegas da política?
Almeida Santos: 4.400 €
Medeiros Ferreira 2.800 €
Manuela Aguiar 2.800 €
Pedro Roseta 2.800 €
Helena Roseta 2.800 €
Narana Coissoró 2.800 €
Vieira de Castro 2.800 €
Leonor Beleza 2.200 €
Isabel Castro 2.200 €
Bagão Félix 1.800 €
Álvaro Barreto 3.500 €
Não lhe parece Sr. Ministro que quem descontou 40 anos, para um sistema obrigatório bem merece a reforma contratada? É que isto é simples Sr. Ministro. As regras não podem ser alteradas quando o jogo está a acabar. Não é no fim da carreira contributiva que se altera a idade de reforma ou, o método de cálculo das pensões. Tivessem os sucessivos governos desobrigado a contribuição para a Segurança social e eu certamente teria acautelado a minha reforma.
Claro que este discurso faz apenas parte do folclore com que os governos vêm entretendo o povo. Com os cada vez menos empregos existentes, acha o Sr. Ministro que as empresas vão aguentar empregados velhos, cansados, desmotivados, obviamente incapazes de lidarem com novas tecnologias e ainda por cima caros, quando os empregadores têm à mão gente nova, licenciada e barata?
O que os governos pretendem é não pagarem as pensões comprometidas porque devido à sua má gestão e incompetência, desbarataram os fundos de pensões.
Já todos sabemos que o estado não é pessoa de bem, porque os governos não são formados de gente competente e honrada. Logo, estamos perante um banal caso de polícia.

publicado por AC às 00:04

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Terça-feira, 18 de Outubro de 2005

Mais sacrifícios

Faço sacrifícios desde que me conheço. Tenho 55 anos e sempre me foram pedidos sacrifícios. Primeiro sob a ditadura do Dr. Salazar, depois debaixo desta malfadada democracia, o discurso tem sido sempre o mesmo. Sacrifícios! O povo tem de apertar o cinto.
Obviamente, os políticos não pertencem ao povo. Acredito que exista algum que viva com as mesmas dificuldades do povo em geral mas eu não conheço nenhum. Olhando para as diferentes classes sociais, a política é a única que prospera. Parece ser a única profissão onde se pode enriquecer a trabalhar.
É ofensiva a pose de novo-riquismo que muitos destes inqualificados ostentam. Ar anafado, charuto ao canto da boca, total despudor e desrespeito por tudo e todos. O património acumulado ao longo dos mandatos fá-los sentirem-se acima das regras e leis dos homens.
Em boa verdade, este povo apenas tem o que merece. É este mesmo povo que legitima, através do voto, todo este regabofe. Esta gentinha ainda não conseguiu perceber que enquanto continuar a votar, estes comedores continuarão, legitimamente, a governarem-se.
Esta escumalha, encontrou a forma perfeita de se perpetuar no poder. Através do voto, nos últimos 30 anos, PS e PSD têm desbaratado, por incompetência, aproveitamento ou desleixo, todo o capital deste povo. E com todo o despudor, cada novo governo culpa o anterior pela situação do país, como se nada fosse com ele.
O governo actual, pede mais sacrifícios. Não haja qualquer dúvida que o próximo virá pedir novos sacrifícios. Desde que me conheço que é assim.

publicado por AC às 21:07

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Para mudar de políticos é necessário mudar de povo!

É que somos um povo que ainda acredita que o próximo governo será melhor que o actual apesar de, sistematicamente o último governo se revelar pior do que o anterior. Olhe-se o passado recente. Durante as campanhas, todos prometem melhor futuro. Empossados, instalados, fartos nas mordomias e carros novos, todos vêm dizer que afinal isto está pior do que pensavam, ( - primeiro sinal de incompetência - enquanto candidatos não sabem, pensam) e, acto contínuo, agravam as condições dos que têm de trabalhar para sobreviver.
Na verdade, para se ser político, seria necessário ter experiência de vida, independência económica, qualificações comprovadas de gestão, honradez seriedade e verdadeiro intuito de servir o seu semelhante. Infelizmente a política tornou-se uma saída profissional, um emprego bem retribuído, cheio de oportunidades para fazer dinheiro e, por isso, hoje povoada de oportunistas, carreiristas, vigaristas e gente que desde os bancos da escola não tem outro objectivo senão o de chegar ao aconchego do dinheiro fácil e certo garantido pelo estado, ou seja por todos nós. Vejam-se as nomeações que cada governo faz para a gestão das instituições públicas.
Eu não sou político, porque não preencho os requisitos para tal. Trabalho, vivo de um único salário, sou sério e honrado, não colo cartazes dos partidos etc. No entanto, a quem interessar, também não percebo nada de energias, águas ou administração pública mas, também dou umas palhetadas de viola e gaguejo um bocado se for preciso. Será suficiente para um carguito qualquer na administração de uma qualquer empresa pública?
Chegar ao poder significa, bons empregos, imensas regalias, acumulação de salários, destes com pensões de reforma, tráfico de influências e negociatas várias. Quem hoje exerce o poder neste país não tem escrúpulos nem vergonha. Mesmo quando o escândalo já é tão grande que os próprios partidos lhes negam o apoio, é vê-los a candidatarem-se como independentes, dizendo sem qualquer pudor que enquanto não forem considerados culpados são inocentes. O tacho é farto, portanto, é fartar vilanagem. Ainda há pouco tempo um homem honrado tinha vergonha de assinar uma letra, hoje é o que se vê. E tudo a bem na nação.
Os que hoje estão no governo não são melhores nem piores que os anteriores. Como todos, mentem, alteram as regras do jogo (a seu favor) a meio do mesmo, e revelam a incompetência óbvia de quem nada sabe porque nada fizeram na vida que lhes permitisse acumular sabedoria.
Mas, estes são os políticos que este povo merece. Este povo que vai a correr aos comícios aplaudir meia dúzia de baboseiras, que ingenuamente acredita que um novo governo significa a resolução de qualquer problema e a quem, valha-nos Ele, dá maioria absoluta.
Chegámos a uma situação tal que as pessoas que poderiam exercer o poder com sabedoria, honradez e competência fogem da coisa pública com o diabo da cruz. E eu compreendo-os, porque lutar contra a maledicência dos políticos actuais – os tais que em vez de governarem, se governam – a imprensa que tudo devassa e tem a capacidade de destituir um homem competente ou eleger o maior crápula, e uma classe de investidores que apenas investem se estado lhes pagar para tal, desincentivam o mais corajoso.
É o que temos. Esperar que as coisas mudem tem de ser confortavelmente sentados porque a espera vai ser longa. Esta é a classe política que este povo produz, logo, melhores políticos só poderão emergir de um melhor povo.

publicado por AC às 19:13

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A ditadura da Democracia

Estamos confinados à ditadura da democracia. Depois de 1974, o sistema de alternância democrática que ora põe no governo o PS, ora o PSD, apenas nos conduziu à situação actual; dificuldades económicas, apertos do cinto, o país na cauda da Europa na generalidade dos indicadores socio-económicos, desânimo e frustração.

Caímos na armadilha da democracia. Alternadamente, em 30 anos, estes dois partidos afundaram-nos. Batemos num fundo sem fundo. Consequência da (in)competência política, o país afunda-se ou, vice-versa. Chegamos ao ponto dos políticos mentirem descaradamente nas suas campanhas e, nem sequer somos capazes de lhes retirar o poder. Reconheçamos que se o PS na campanha eleitoral, tivesse dito que ia aumentar a idade da reforma, os impostos, os combustíveis, e todas as decisões gravosas para os cidadãos, que tem tomado, provavelmente teria sido menos votado que o BE. Mas, assim não vale! Se o país caminha para o terceiro mundo, a política já lá chegou.

Obviamente que o regime não presta e alguns políticos assemelham-se a delinquentes. Impunemente mentem, arruínam o país, governam-se! E, nesta alternância democrática, já nem sequer apenas os partidos são os mesmos. Os actores são, eles próprios, os mesmos. Veja-se, como exemplo, no actual governo, quantos dos ministros e secretários de estado já anteriormente desempenharam funções governativas. Apenas dois exemplos:

José Sócrates: Deputado à Assembleia da República de 1987 a 1995 e desde 2002 (V, VI, VII, VIII e IX Legislaturas), pelo círculo de Castelo Branco, tendo sido, na IX Legislatura, Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PS, membro da Comissão Parlamentar de Defesa Nacional e membro da Comissão Permanente da Assembleia da República.
Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território do XIV Governo Constitucional.
Ministro Adjunto do Primeiro-Ministro do XIII Governo Constitucional.
Secretário de Estado Adjunto do Ministro do Ambiente do XIII Governo Constitucional.
Ministro do Equipamento Social do XIV Governo Constitucional
António Costa: Ministro da Administração Interna do XVII Governo Constitucional.
Ministro de Estado do XVII Governo Constitucional.
Ministro da Justiça do XIV Governo Constitucional.
Ministro dos Assuntos Parlamentares do XIII Governo Constitucional.
Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares do XIII Governo Constitucional.
Profissionais da política.
Grandes cabeças como se percebe. Sabem de tudo e de nada. Tanto exercem um ministério como outro qualquer. Grandes competências! Venha de lá a nomeação que o desempenho é o que menos importa. Tramados estão aqueles que sabem fazer qualquer coisa, que exercem uma profissão. Esses não têm saída, porque apenas exercem o que sabem fazer. Os que não sabem fazer nada, esses sim, podem exercer qualquer cargo.
É esta a armadilha. De vez em quando, lá vai, como dizem os anarquistas, o gado eleitor a votos, legitimar a alternância. Os que são governo, passam a oposição, ocupando os confortáveis cargos de deputados, enquanto que, os que deixaram estes cargos, elevam-se a governo ou a administradores das EP. E andamos neste alterne há 30 anos.
Claro que tal regime e tais políticos só poderiam conduzir à actual situação. De há 30 anos para cá, eles são sempre os mesmos, com as mesmas ideias, as mesmas políticas e as mesmas práticas. Os resultados estão aí. Não vale a pena discutir as medidas do actual, ou outro qualquer governo, passado ou futuro, que apenas têm consequências gravosas na vida de quem trabalha: o défice, a crise da justiça, o ensino, a saúde, o corte de regalias dos políticos – deixem-me rir - é tudo fumaça para entreter o pagode. Daqui a quatro anos, se não for antes, o PSD ganhará as eleições, o PS terá socializado a miséria, o país estará mais longe da Europa, mais pobre e atrasado.
Devo confessar que pelo menos lhes reconheço um mérito. O de me fazerem tristemente sorrir, quando um governo acusa o anterior pelo estado da nação.
É tudo tão previsível. As promessas eleitorais, a encenação com o valor do défice, motivo para legitimar o não cumprimento do programa em que o povo votou, as novas promessas de que daqui a 3 anos estaremos melhor – claro estaremos próximo de novas eleições - Valha-nos Deus. Pelo menos que nos sirva de lição; o poder corrompe, o poder absoluto é, já em si, corrupção.
Não tenho qualquer preferência partidária. Recuso este sistema. Aos 55 anos, estou, mais que desiludido, descrente que algum dia venhamos a ter vida melhor.
Revendo o passado e os seus governos, facilmente concluímos que novas eleições nada mudam. Eles são os mesmos. Não vale a pena gastar dinheiro e energias com estas. Quanto muito, mude-se o regime.
Somos hoje um país indignado e em luta com o seu próprio governo, eleito há apenas 3 meses. Assim não há economia que resista. Se este governo durar os 4 anos da legislatura, quando lá chegarmos, estaremos desgastados, exaustos e provavelmente, insolúveis. De outra forma, se é para saírem, que seja depressa. Como têm maioria absoluta e estão agarrados ao emprego que nem lapas – se assim não fosse não teriam mentido para lá chegar – sendo o PR da mesma cor, só o combate na rua os pode demitir.
E aos próximos, já que eu não votarei, não se esqueçam de lhes dar maioria absoluta!

publicado por AC às 19:05

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