Sábado, 29 de Abril de 2006

Um dia perde-se a paciência

A propósito deste post, fiz o comentário seguinte:

Sabes o que digo? Destes gajos eu espero qualquer coisa. São vendedores de banha da cobra que não sabendo fazer nada que acrescente valor ao país, vão ganhando o pão (e também a manteiga) de cada dia a aldrabar um povo por inteiro, sem qualquer réstia de vergonha no focinho.

 

Assim este chorrilho de mentiras, este saque aos dinheiros públicos a que assistimos, o aumento diário do custo de vida, o crescimento do desemprego, os salários de merda que recebemos, o comprarmos tudo a preços europeus e ganharmos a níveis do terceiro mundo, as benesses dos fisco à banca, aos amigos como o Carrapatoso, - enquanto o cidadão comum vê a enxerga penhorada sem prévio aviso -  os empregos de luxo aos compadres como o Constâncio que consegue ganhar mais neste pobre país do que o seu homólogo dos Estados Unidos, as reformas miseráveis do regime geral, cada vez mais longínquas, comparadas às listas intermináveis de reformados da administração pública cujos montantes são ofensivos e para as quais o tempo de permanência na função – já não digo no trabalho - conta a dobrar, os cortes nas comparticipações dos medicamentos, etc., etc.

 

Estes são os gajos que apesar de se manterem no poder há 30 anos nos falam da desgraça do país como se tivesse sido eu ou tu que desbaratámos os biliões dos fundos comunitários em cimento e alcatrão, em cursos de formação profissional fantasmas, em montes no Alentejo, em jeeps de topo de gama, em jogatinas de futebol, enquanto eu trabalhava por um salário e pagava religiosamente os impostos que me exigiam. Como se não tivessem sido eles que gastaram sem fazer contas, que desbarataram milhões em obras de fachada que venderam todo o património público e que hoje, enquanto nos dizem que reformas não há, continuam a gastar o dinheiro que já não existe em megalomanias como os Ota e TGV.

 

Mas, o que verdadeiramente me dói é pertencer a este povo alienado e imbecil que não tem consciência da degradação a que chegou a sua vida, que é vilmente roubado, chantageado e desprezado por energúmenos cuja arte é a de contar estórias enquanto se rebolam de gozo, luxos e acautelam a sua vidinha, escondendo a salvo no estrangeiro o pecúlio que lhes há-de garantir uma vida farta e livre de preocupações. Este povo, que eleição após eleição lá vai estupidamente engravatado cumprir o dever cívico de votar nestes aldrabões, convicto de que agora é que vai ser bom, agora é que tudo vai mudar, dando vivas e vitórias a Cavacos, Guterres, Santanas, Loureiros, Isaltinos, Fátimas, Durões, Soares, Sócrates e outros que pelos seus feitos já nem me vêm à memória.

 

O único ponto em que têm razão é no facto de não serem eles os responsáveis. Verdadeiramente, os únicos responsáveis somos nós por não sabermos escolher quem realmente nos governe.

 

Sabes que mais? Foda-se!


publicado por AC às 01:15

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Sexta-feira, 28 de Abril de 2006

O trabalho dá saúde

O tal Ministro duma Merda Qualquer Vieira, anunciou que o governo pensa criar um tecto para as reformas, que poderá ser ao nível do ordenado de ministro. No entanto, em termos de contribuição, os Zés continuarão as descontar 11% sobre o montante total das suas retribuições. Ou seja, o tecto só é válido para receber. Para pagar é sempre aviar!

 

Ficam livres os idiotas para trabalharem para além dos 65 anos, porque o trabalho é um direito!

 

Aproveita ainda para reforçar a nossa rotulada burrice ao insistir na taxa de 11%. Esquece os 23% pagos à Segurança Social pelos empregadores que saem direitinhos dos salários.

 

É que cada contribuinte remete para o sistema 34% do seu salário e não 11%!

 

Também seria útil que o governo revelasse quantas empresas pensam manter nos seus quadros trabalhadores com estas idades. Sempre nos deixaria mais descansados.

 

Ainda não está na hora dos amukinar!


publicado por AC às 00:01

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Quinta-feira, 27 de Abril de 2006

Fazem favor

de ler este post [Link] no Anarca Constipado.


publicado por AC às 21:40

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Terça-feira, 25 de Abril de 2006

Saberemos pagar-lhes

Os meus visitantes habituais sabem o que penso desta gentalha que, nos últimos anos, tomou as rédeas do poder político. Não estaria ou, não estará em causa a democracia, mas e somente, estes políticos de pacotilha que destroem os nossos sonhos, as nossas esperanças, a nossa vida, a nossa economia, o nosso país.

 

Os funcionários públicos, contratados e pagos pelo povo, que desempenham funções na Assembleia da República, com o estatuto de deputados, deram agora em mostrar, sem disfarce ou receio, o seu verdadeiro carácter. Depois de terem faltado ao trabalho, antecipando para si o fim-de-semana alargado da Páscoa, não se coibindo de marcar o ponto e portanto, recebem a jorna como se lá tivessem estado, depois do insulto que foi a defesa que de si fizeram no programa da RPT – O estado da nação – recusaram hoje na AR os funcionários empregados por parte do PP e PSD, aplaudir a saudação feita pelo presidente da AR aos Capitães de Abril.

 

Percebe-se assim que o inqualificável senhor da ilha, afinal não está só e que por cá tem muitos seguidores.

 

O povo emprega indivíduos destes por ignorância ou por engano. Mas saberá seguramente corrigir tanto a sua ignorância como os seus erros.


publicado por AC às 17:54

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Segunda-feira, 24 de Abril de 2006

25 de Abril

.

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Eu Vim de Longe


José Mário Branco

Quando o avião aqui chegou
Quando o mês de maio começou
Eu olhei para ti
Então entendi
Foi um sonho mau que já passou
Foi um mau bocado que acabou

Tinha esta viola numa mão
Uma flor vermelha n´outra mão
Tinha um grande amor
Marcado pela dor
E quando a fronteira me abraçou
Foi esta bagagem que encontrou

Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei p´ra´qui chegar
Eu vou p´ra longe
P´ra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos p´ra nos dar

E então olhei à minha volta
Vi tanta esperança andar à solta
Que não exitei
E os hinos cantei
Foram feitos do meu coração
Feitos de alegria e de paixão

Quando a nossa festa s´estragou
E o mês de novembro se vingou
Eu olhei p´ra ti
E então entendi
Foi um sonho lindo que acabou
Houve aqui alguém que se enganou

Tinha esta viola numa mão
Coisas começadas noutra mão
Tinha um grande amor
Marcado pela dor
E quando a espingarda se virou
Foi p´ra esta força que apontou


publicado por AC às 18:24

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Sexta-feira, 21 de Abril de 2006

Cretinices

Não fora o clima generalizado de indignação face ao comportamento dos deputados e o programa Estado da Nação de ontem teria sido um óptimo ensaio de humor. Negro provavelmente.

 

O baldanço ao trabalho foi um inaceitável acto de imoralidade, irresponsabilidade e desrespeito pelo povo português. O que os deputados presentes no programa referido disseram, ultrapassa as regras mais elementares do senso comum e mostrou ao país o que e quem são verdadeiramente, estes senhores que vivem à conta do erário público.

 

Quando o senhor Pires de Lima, jocosamente sugeria que se deveria aplicar uma pulseira electrónica aos deputados, devo dizer-lhe que estou completamente de acordo. Certamente alguns dos senhores deveriam usar a dita e não pelas razões de falta injustificada ao trabalho.

 

O parlamento já não representa o povo português, nem os eleitos têm qualquer preocupação relativamente aos seus eleitores. A maioria dos senhores não abre a boca legislatura após legislatura. A sua função parlamentar limita-se a votar de acordo com as orientações do partido que representa. O povo será novamente lembrado quando se for a votos outra vez.

Não há mais paciência para aturar cretinices.


publicado por AC às 20:16

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Segunda-feira, 17 de Abril de 2006

Ingratos

Anda o nosso primeiro esfalfado a modernizar o país, cego pelas luzes dos eventos mediáticos que organiza – e que custam um balúrdio - para nos apresentar as soluções para os nossos problemas e vêm agora estes ingratos da Porcalhota dizerem que o suor intelectual do estimado é insuficiente!

 

Há gajos que não merecem nada!

 

Confirmem-me por favor que esta gentinha faz estas cenas só para aparecer na televisão. Como aquele não sei o quê que veio dizer que o governo poderia baixar a taxa de alcool permitida.

É que se me vão dizer que não, que somos mesmo assim, vou de abalada.



publicado por AC às 23:00

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P'ra começar a semana

Os senhores deputados voltam hoje ao remanso depois de se terem afadigado em trabalho político lá p’ras praias algarvias...,

 

entretanto, o esforçado país consegue finalmente um lugar honroso entre os primeiros…,

 

enquanto “Jessica e Ivo falavam sem tirar os olhos do chão. Vasculhavam algo que pudessem levar como recordação. Um agarra num pacote de lenços de papel, outro recolhe folhetos da peça "Les garçons", onde Francisco Adam aparece e que esteve em cena em Ponte de Lima. Acreditam que os folhetos estariam no carro.”

 

velhada arrasta-se não se sabe bem a fazer o quê….,

 

o milagre acontece..., parece que o mudo de Belém vai falar lá pró fim do mês…,

 

é impressão minha, ou..., ‘tamos mesmo fudidos…


publicado por AC às 07:17

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Sexta-feira, 14 de Abril de 2006

Desenfiados

O desenfianço ao trabalho, que os senhores deputados, representantes do povo que os elege, consumaram é bem revelador do estado a que o país, a começar pelas instituições, chegou.

 

Sendo a Assembleia da República, uma instituição da qual se esperaria a maior licitude, transparência, honestidade e exemplo de dignidade e decoro, constatamos que afinal, os seus constituintes, são apenas gentinha que clama: façam o que eu digo, não o que faço.

 

É deveras lamentável que os deputados eleitos ajam como vulgares empregados de mercearia (sem ofensa para estes) que à primeira oportunidade se baldam ao trabalho, não se dispensando de assinar o ponto, e assim garantir o recebimento do salário e respectivas alcavalas.

 

Mais lamentável ainda é que as direcções partidárias saiam a público em defesa dos faltosos. Afinal o que está mal é marcarem-se votações para dias sensíveis. Não há ponta de vergonha, ética ou dignidade. Depois dos exemplos com que o parlamento madeirense nos tem brindado, faltava o parlamento português envergonhar Portugal.

 

Não me surpreende, já que há muito considero que esta gente da política apenas é relevante para si mesmo. Para o país, só não são totalmente irrelevantes porque significam despesas, maus exemplos e são, em muitos casos, o único impedimento ao progresso do país.


publicado por AC às 10:21

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Quarta-feira, 12 de Abril de 2006

Será a República uma Monarquia?

Pedro Rolo Duarte, no DN...,

Ocorreu-me esta pergunta há um mês, quando assisti à gigantesca e encenada operação de tomada de posse do Presidente da República (escusam de me entupir a caixa de correio com mails a explicar as diferenças entre Monarquia e República - a pergunta é retórica e tem um ponto de vista puramente simbólico).


Na verdade, a tomada de posse de Cavaco Silva esteve mais próxima da coroação de um rei do que de um acto formal, absolutamente corriqueiro em democracia. Tratava-se de uma posse curricular - mas a própria cobertura televisiva a transformou numa gala real.

 

Aqui há dias, ao ver o Presidente e a mulher no Hospital da Estefânia, trocando palavras de circunstância com doentes e profissionais de saúde, revi a Princesa Diana nos inúmeros hospitais por onde espalhou o seu sorriso. Numa revista social vejo Maria Cavaco Silva no Palácio de Belém rodeada pelos seus alunos da Universidade Católica e as imagens não são diferentes daquelas que mostram regularmente reis, rainhas e princesas de toda a Europa.

 

Ou seja, nos três momentos que observei o que releva das imagens é exactamente uma aproximação aos modelos, modos de estar e posturas que as monarquias europeias têm vindo a adoptar.

 

Já se sentia essa carga com Mário Soares e depois com Jorge Sampaio, mas em ambos os casos era óbvio algum amadorismo na forma de lidar com as novas realidades mediáticas. Agora, com o novo Presidente, profissionaliza-se a atitude e parece que fica definida, de uma vez por todas, a carga simbólica do Presidente, e esta mistura do melhor de dois mundos: democracia plena, a eleição directa, os direitos e poderes do Presidente, de um lado; e do outro lado, a postura majestosa, o peso do protocolo, a atitude simbólica nos actos públicos.

 

Nas ruas, teremos um Rei e uma Rainha, como o povo deseja e gosta de ver, de preferência com as melhores jóias, como a rainha de Inglaterra defendia dentro das quatro paredes do Palácio de Belém, teremos um político profissional e uma primeira-dama que já confessou que está, dentro de casa, de "olho mais atento para as coisas que estão a precisar de obras". Um animado convívio entre dois regimes. E viveram felizes para sempre...


publicado por AC às 21:00

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Segunda-feira, 10 de Abril de 2006

Um dia igual a ontem

O Correio da Manhã noticia hoje que os portugueses estão satisfeitos com o governo do José. “Ao fim de 13 meses de governação, aumenta a confiança dos portugueses na actuação do Executivo de José Sócrates. O que significa que o Governo não está a acusar desgaste com as medidas anunciadas

 

Diz então que para 39,5% dos inquiridos as expectativas no governo não se alteraram e que destes, 18,3% estão mesmo surpreendidos pela positiva. Diz que 38% estão desiludidos e estes 38% têm idades compreendidas entre 30 e 44 anos e estão empregados. Os que vêm tudo igual ao que esperavam têm entre 18 e 29 anos. A abstenção continua a subir e está agora nos 39,2%.

 

Ou seja, se as eleições fossem hoje, o PS ganharia com 37,8%, o PSD teria 34,2% e a abstenção teria 39,2%.

 

A conclusão do jornal é que os portugueses estão satisfeitos! Entende-se que a abstenção não é um veemente protesto dos eleitores.

 

Li algures que; é mais culto o Homem que não lê, do que aquele que só lê jornais.

 


 

O mesmo jornal faz manchete de que” o Grupo de Trabalho nomeado pelo ministro das Finanças para reavaliar a aplicação dos benefícios fiscais recomenda que sejam abolidos os benefícios de que gozam as contas poupança-reformados”.

 

Cómicas são as justificações: “considerando o nível das taxas de juro actualmente praticado nos depósitos a prazo e o valor máximo de capital a considerar para efeitos do benefício (10 500 euros), os efeitos daquele benefício são muito reduzidos”.

 

Como se as poupanças reformas se destinassem exclusivamente a criar riqueza e não se tratasse de um pé de meia para enfrentar a velhice num país cujo sistema de segurança social é uma fraude que nos obriga a contribuir para a mesma e não dá garantia de nos cuidar quando mais precisamos.

 

“Quem tem pensões que permitam fazer investimentos em contas poupança também pode pagar os impostos correspondentes. Esta é a opinião partilhada pelo fiscalista Rogério Fernandes Ferreira e pelo coordenador do Movimento Democrático de Reformados e Pensionistas (MODERP), Manuel Jerónimo”.

 

Lamentável. Ainda temos gente cujo horizonte é alinhar tudo pela mais baixa miséria. Somos gente estranha. Idiotas, será o termo certo?

 


 

“A questão é que se vai tornar administrativa uma informação que tem vocação judicial e se destina à investigação criminal. E se estamos a torná-la administrativa, estamos a perder potencialidade no combate ao crime. Se aliarmos a isso o foro espacial para crimes praticados por titulares de cargos políticos, podemos encontrar-nos numa situação quase de países da América Latina em que há razões de Estado que travam e limitam as investigações criminais. E isso é inaceitável.”

 

Excerto de uma entrevista da Drª. Maria José Morgado a ler na íntegra [Aqui]

 

César de Saussure, viajante Suíço, visitou Portugal em 1730. Assim viu os Portugueses: “Excessivamente orgulhosos e presumidos, completamente ignorantes”

 

 


 


publicado por AC às 23:21

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Sexta-feira, 7 de Abril de 2006

Corrupto! Quem?

Euclides Dâmaso, Director do DIAP de Coimbra, afirma que, " em Portugal a corrupção progride e intercepta cada vez mais níveis diversos da administração e do aparelho de estado".


Não sendo nada que não saibamos, é mais uma achega para se perceber a pressa e a determinação do poder político em desmantelar as instituições policiais e da justiça.


Estranha é a passividade com que assistimos a tudo isto. Como se estivesse a passar do outro lado do mundo e em nada nos pudesse afectar.


publicado por AC às 22:46

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Quinta-feira, 6 de Abril de 2006

Dias movimentados

Está mal! Já não se pode fazer bem à gente amiga!

Mexeu-se! E terá falado?


publicado por AC às 18:58

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Quarta-feira, 5 de Abril de 2006

É o que temos

Esta trapalhada entre o governo e a PJ esclarece-nos sobre o carácter desta gentinha que faz a sua vida nos meandros da política e, sobretudo, deve preocupar o cidadão comum relativamente ao futuro que teremos se nada for feito para pôr esta gente no seu lugar.

 

Chega a ser patética toda esta embrulhada, parece que entre os Costas, um que quer ter todo o poder, outro que não consegue ter poder nenhum e que se desdobram em acções de guerrilha das quais as primeiras vítimas são os funcionários que estão na sua dependência, as segundas, todos nós que pagamos e não bufamos. Pelo caminho, arrasam-se instituições como a PJ, considerada uma das melhores do mundo.

 

O senhor Costa - o da justiça, - deverá rever a entrevista que deu a afirmar que foi ele quem demitiu o director nacional antes que o dito apresentasse a sua demissão. Se ainda lhe resta alguma lucidez, pode ser que constate o ridículo da mesma e não se volte a prestar a tal papel.

 

De toda esta sujidade, emerge um novo director nacional que se declara avesso a escutas telefónicas, coisa que, vá-se lá saber porquê, tanto preocupa o poder político.

 

Entretanto, todos vamos ficando mais fragilizados e pobres.


publicado por AC às 10:45

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Terça-feira, 4 de Abril de 2006

A força da maioria

Vejam o retrato do país [Aqui]. Vale tudo, excepto ser honesto! Mas, para se compreender a elevação moral do caso, é imprescindível ver os coments! Um achado.

publicado por AC às 12:18

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Segunda-feira, 3 de Abril de 2006

Quem se atravessa...

Este é um governo de gente pequena, mesquinha e rancorosa, que usando do seu impune poder, dado pelo povo, certamente por engano, castigam quem, mesmo em legítima defesa de interesses nacionais, se atravesse no caminho dos seus inconfessáveis objectivos. Citando Jorge Coelho: “Quem se mete com o PS leva”. Espero que o povo aprenda e saiba mostrar a esta gentalha quem realmente é soberano nesta democracia bizarra.

publicado por AC às 20:43

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O que realmente importa

Não fosse certa imprensa e um homem andava sem saber o que realmente importa!


publicado por AC às 18:20

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