Terça-feira, 31 de Janeiro de 2006

Impostos

A carga fiscal que os sucessivos governos têm imposto aos portugueses é insuportável. Estes governos criaram um monstro de funcionalismo, institutos, ministérios, secretarias, serviços, repartições, e por aí fora, que consomem recursos infinitos. O cidadão contribuinte, está empenhado, falido. O cidadão comum não consegue amealhar um cêntimo, ao contrário da generalidade dos europeus, cujas famílias criam riqueza com o seu trabalho.



O imposto sobre os combustíveis é apenas um exemplo. Dois terços do preço pago na bomba, vão para o estado. Poderão argumentar que o preço em Portugal não é muito diferente do praticado noutros países. Pois não! A questão é que os portugueses não auferem salários ao nível dos seus congéneres europeus, ou seja, o esforço financeiro que um português faz para pagar um litro de combustível não é o mesmo que, por exemplo, um espanhol poderá fazer.



Acresce ainda que o aumento dos preços dos combustíveis, provocam um aumento generalizado dos preços de quase todos os bens e serviços. Assim, é natural que caminhemos de mal para pior. Os indivíduos que têm estado no poder não têm qualquer perspectiva de desenvolvimento, de criação de riqueza.



Como dizia recentemente um dos principais responsáveis pela situação actual, o senhor Mário Soares, "faça-se a obra que o dinheiro há-de aparecer"! Esta frase ilustra perfeitamente a perspectiva que os governantes que vamos elegendo, têm do país e do povo que supostamente, deveriam defender.







publicado por AC às 18:57

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2 comentários:
De Anónimo a 1 de Fevereiro de 2006 às 00:17
Venho aqui declarar que o governo é tudo uma cambada de ladrões, de gatunos e de chupistas.Macaco Adriano
(http://www.bananasdarepublica.blogspot.com)
(mailto:bananasdarepublica@gmail.com)


De Anónimo a 31 de Janeiro de 2006 às 22:15
Viva,

Eu também concordo que a carga fiscal em Portugal é insuportável! Mas não gosto do exemplo dos combustíveis pois estes têm agravado a Balança Comercial para além de causarem externalidades negativas que, com o Prtocolo de Quioto, vão passar a ser generosamente oneradas. É preciso desincentivar o seu consumo quer por regalias a carros menos poluentes, quer por incentivos aos transportes públicos, quer por sobre taxação do seu consumo. Porque o peso dos combustíveis na nossa balança comercial também é, por si só, incomportável.

Abraço,Ricardo
(http://filhodo25deabril.blogspot.com/)
(mailto:filhodo25deabril@gmail.com)


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