Terça-feira, 25 de Abril de 2006

Saberemos pagar-lhes

Os meus visitantes habituais sabem o que penso desta gentalha que, nos últimos anos, tomou as rédeas do poder político. Não estaria ou, não estará em causa a democracia, mas e somente, estes políticos de pacotilha que destroem os nossos sonhos, as nossas esperanças, a nossa vida, a nossa economia, o nosso país.

 

Os funcionários públicos, contratados e pagos pelo povo, que desempenham funções na Assembleia da República, com o estatuto de deputados, deram agora em mostrar, sem disfarce ou receio, o seu verdadeiro carácter. Depois de terem faltado ao trabalho, antecipando para si o fim-de-semana alargado da Páscoa, não se coibindo de marcar o ponto e portanto, recebem a jorna como se lá tivessem estado, depois do insulto que foi a defesa que de si fizeram no programa da RPT – O estado da nação – recusaram hoje na AR os funcionários empregados por parte do PP e PSD, aplaudir a saudação feita pelo presidente da AR aos Capitães de Abril.

 

Percebe-se assim que o inqualificável senhor da ilha, afinal não está só e que por cá tem muitos seguidores.

 

O povo emprega indivíduos destes por ignorância ou por engano. Mas saberá seguramente corrigir tanto a sua ignorância como os seus erros.


publicado por AC às 17:54

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Sexta-feira, 21 de Abril de 2006

Cretinices

Não fora o clima generalizado de indignação face ao comportamento dos deputados e o programa Estado da Nação de ontem teria sido um óptimo ensaio de humor. Negro provavelmente.

 

O baldanço ao trabalho foi um inaceitável acto de imoralidade, irresponsabilidade e desrespeito pelo povo português. O que os deputados presentes no programa referido disseram, ultrapassa as regras mais elementares do senso comum e mostrou ao país o que e quem são verdadeiramente, estes senhores que vivem à conta do erário público.

 

Quando o senhor Pires de Lima, jocosamente sugeria que se deveria aplicar uma pulseira electrónica aos deputados, devo dizer-lhe que estou completamente de acordo. Certamente alguns dos senhores deveriam usar a dita e não pelas razões de falta injustificada ao trabalho.

 

O parlamento já não representa o povo português, nem os eleitos têm qualquer preocupação relativamente aos seus eleitores. A maioria dos senhores não abre a boca legislatura após legislatura. A sua função parlamentar limita-se a votar de acordo com as orientações do partido que representa. O povo será novamente lembrado quando se for a votos outra vez.

Não há mais paciência para aturar cretinices.


publicado por AC às 20:16

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